10 de octubre de 2009

Mulher que desapareceu no Metrô de SP narra como um flerte virou ‘amor bandido’

Antes tarde do que nunca (a notícia é de uma semana atrás). Não sou do tipo de homem que alega ser favorável ao discurso feminista apenas pra ser politicamente correto (ou conseguir uma boa transa). Tenho minhas ressalvas, principalmente, a vã tentiva de imputar todas as mazelas do mundo aos homens (leia-se, sexo masculino). Esse discurso de colocar-se como vítimas o tempo todo, alegando que o mundo conspira contra elas, cansa a minha beleza. Trago à tona tudo isso, depois da loucura impetrada pela "loira do metrô".
Ou será que as feministas vão alegar que ela foi usada e abusada pelo cafajeste? Que a culpa toda é do sistema machista que comanda o mundo? A minha resposta é mais básica e simples, a fulana de tanto assistir a novela das 8 conseguiu estreitar ainda mais o seu bom senso e pouca inteligência. Muitas mulheres vivem a pensar, almejar, desejar pelo amor perfeito. Fruto de tanta estupidez veiculadas na TV e revistas oportunistas. Não há apenas uma ditadura da beleza, há também a ditadura do romance, do amor eterno. A vida não é romantismo e muito menos sexo a qualquer preço* As mulheres (e homens) que ainda acreditam nisso não deveriam flertar com um desconhecido no metrô, deveriam sim, jogar-se nos trilhos do trem. Falta delas (ou deles), o mundo não vai sentir. *Existe um excelente ensaio sobre o assunto escrito pelo professor da USP, Ciro Marcondes Filho.

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