22 de junio de 2008

Pássaros negros circulam por cima da minha cabeça. E um deles - após vôo rasante - me derruba no meio da sala, do corredor, do nada. E nada vezes nada é o que eu tenho dentro, aguardando um sinal, uma fagulha, um delírio, um desejo indecente.

No hay comentarios:

Blog Archive