23 de agosto de 2009

Em dia de chuva, só me acontece coisa ruim.

Domingo de manhã. Olho pela janela e ninguém a passear na rua. Apenas um basset que late agudamente. Desisto de escrever. As idéias não vêm e as palavras viram pequenos chavões. Nada sei de mim. Pode vir e perguntar, não saberei responder. Vivo entre linhas, abaixo de hífens, escondido em travessões, perdido no meio de parênteses. Sou o que sou. E apesar de tudo, apesar de você ter matado todos os meus sonhos, não desisto. Lá fora começa uma fina e incômoda chuva de inverno. E o céu que me protege, escurece aos poucos, lentamente, trazendo junto o medo de coisas ruins. Queria tanto te ver, te ver tocando, te tocar vendo...

1 comentario:

Isa dijo...

Onde está o ponto final quando mais precisamos terminar a frase? Porque é no novo parágrafo que aquela pessoa se encontra...



Ah! Pode ser meu e-mail do terra? Eu o abro com mais freqüência:
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^_^

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