1 de agosto de 2010

Vermelho Campari


Vou dormir total e resolutamente bêbado. Acordo sóbrio. E lembranças não fazem parte do meu dicionário. Espero o dia terminar. Quero e posso beber de novo. Busco alguns trocados. Permito-me uma licença poética. Vou e termino a obra inacabada. Depois da descarga, sinto que chegou a hora.
O vermelho, o velho Campari me espreita e decido tornar-me mais uma vez, dois ou talvez três seres em decomposição lenta, gradual e segura.

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