20 de junio de 2007

Vaticano e seus dogmas



Sem querer achei um texto na internet que fala sobre Igreja e castidade. E deveras fiquei surpreso em achar pessoas que ainda pensam assim (os nomes foram mudados para preservar a identidade):

Desde que se conheceram, doutor Júlio e dona Vera repetem a cena: todos os domingos, vão à missa. Eles seguem à risca os preceitos da Igreja, e criaram os filhos sob os mesmos mandamentos.

Aqui não há divergência com o pensamento do Vaticano: Júlio é medico, e renega a camisinha. “A maior proteção é o que nós chamamos de castidade”, argumenta.

Para o filho deles, de 26 anos e também médico, sexo só depois do casamento. “Falo abertamente que vivo a castidade com minha namorada. É fácil? Não é fácil, mas a qualidade do meu namoro eu não vejo na qualidade dos amigos que não seguem a castidade”, diz Alberto.

Entre os casados, doutor Júlio defende apenas os métodos naturais. “A mulher tem ciclos, não é problema algum para um casal casado passar oito dias em abstinência. É muito menos nocivo do que você tomar pílula anticoncepcional”, acredita a segunda filha, Adriana, que é professora de Religião.

Sinceramente, hoje em dia não vejo problema algum em ficar 8 dias sem sexo. O problema seria se tivesse ainda 20 e poucos anos, o rosto cheio de espinhas e a mão direita toda esfolada. Ninguém merece, ninguém aguenta.

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