18 de noviembre de 2006

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De fato, o filme tem cenas muito tocantes. E talvez só alguém do sexo feminino para conseguir apreender todas as suas nuances. Eu, particularmente, não gostei das possibilidades que o Almodóvar trilha no começo e que no fim, abre mão. É como se entre o fantástico e o real, tivesse optado pelo último. Teria sido um filme mais poético se continuasse pela linha da superstição e do realismo fantástico, em outras palavras, se o conflito fosse entre as filhas sofredoras e a mãe que veio do além.

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